“Fernão Capelo Gaivota”

Richard Bach

 

E se pudesses voar?

Se te dissessem que tens essa capacidade, esse conhecimento, terias a audácia de experimentar voar e cair?

Quando amamos aquilo que fazemos, quando acreditamos que podemos voar, (sim, podemos voar!) à velocidade que quisermos, para qualquer destino, tudo se torna possível nas nossas vidas.

Fernão é uma gaivota, mas não é uma gaivota como tantas outras. Fernão tem um sonho: voar. Nasceu para voar, cada vez mais rápido, cada vez mais perfeito nas acrobacias, cada dia mais empenhado em se superar a si próprio. Jamais poderá abdicar da sua paixão, mesmo que por isso seja obrigado a afastar-se de tudo e todos.

Richard Bach é um autor incomparável.

Não voltaremos a ver as gaivotas da mesmo forma. Mas mais importante que isso: agora sabemos que é possível voar!

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“A morte de Ivan Ilitch”

Lev Tolstoi

 

Ivan Ilitch morreu aos 45 anos, como juíz desembargador. Uma carreira de sucesso, uma família, muitos amigos, uma casa de sonho….

Durante o período em que esteve doente, Ivan Ilitch pensou muito sobre a sua vida….. na sua carreira, na família, nos amigos e até na casa que finalmente tinha alcançado. Mas por muito que lhe custasse teve também de responder à pergunta:

“E SE TODA A MINHA VIDA ESTIVESSE ERRADA?”

Os melhores momentos da vida agradável que levara, perto do fim, pareceram-lhe bem diferentes…. tudo aquilo que verdadeiramente importava tinha ficado esquecido.

De nada adianta chegar ao fim da vida e ter este tipo de reflexão. É importante definir, o quanto antes, as prioridades de uma vida.

As prioridades da nossa e única vida!

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“Quem Mexeu No Meu Queijo?”

Dr. Spencer Johnson

 

Passamos a nossa vida à procura do nosso queijo.

Seja lá o que for o “queijo” de cada um de nós: aquilo que mais queremos alcançar na vida pessoal, familiar, profissional.
Mas muitas vezes não nos apercebemos que o nosso queijo vai ficando velho, bolorento, ou simplesmente vai desaparecendo…. É preciso procurar queijo novo…. É preciso ver as coisas que nos estão a acontecer com outros olhos.
Como agirias se o teu queijo tivesse desaparecido?


A mudança não tem de ser necessariamente para pior. A mudança pode e deve ser para melhor mas isso só depende de nós.
Repetir as mesmas atitudes conduz-nos aos mesmos resultados de sempre. É isso que queremos? Certamente não.

Nós queremos o quê? Queijo Novo!

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