Onde está a felicidade?

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Provavelmente está onde menos esperamos: numa vida simples, mas realizada!

A felicidade pode significar coisas diferentes para pessoas diferentes, faz todo o sentido. Mas quantas vezes paramos para pensar no que realmente nos faz felizes? E quantas vezes pensamos no que podemos fazer para ser mais felizes?

Frequentemente temos a ilusão de que a felicidade será a recompensa vitalícia por atingir determinado objectivo, seja a nível pessoal ou profissional. Mas o que acontece quando finalmente atingimos o objectivo que estabelecemos é bem diferente: percebemos que afinal ainda nos falta mais um objectivo para chegarmos à meta. Podemos passar uma vida a estabelecer objectivos, lutar e esperar até os atingir e depois perceber que ainda não conseguimos a nossa recompensa…. muitas vezes ficamos cansados deste jogo e desistimos de tudo…

A verdadeira felicidade, aquela que dura para sempre, não resulta de um acontecimento e não é uma recompensa. A verdadeira felicidade é a experiência diária de procurarmos e fazermos aquilo que é importante para nós e, ao mesmo tempo, sermos felizes.

Acontece sempre que, ao longo do caminho, acumulamos experiências positivas que têm verdadeiro significado para nós.

A felicidade não é um momento único mas deve tornar “únicos” todos os momentos de uma vida!

“Fernão Capelo Gaivota”

Richard Bach

 

E se pudesses voar?

Se te dissessem que tens essa capacidade, esse conhecimento, terias a audácia de experimentar voar e cair?

Quando amamos aquilo que fazemos, quando acreditamos que podemos voar, (sim, podemos voar!) à velocidade que quisermos, para qualquer destino, tudo se torna possível nas nossas vidas.

Fernão é uma gaivota, mas não é uma gaivota como tantas outras. Fernão tem um sonho: voar. Nasceu para voar, cada vez mais rápido, cada vez mais perfeito nas acrobacias, cada dia mais empenhado em se superar a si próprio. Jamais poderá abdicar da sua paixão, mesmo que por isso seja obrigado a afastar-se de tudo e todos.

Richard Bach é um autor incomparável.

Não voltaremos a ver as gaivotas da mesmo forma. Mas mais importante que isso: agora sabemos que é possível voar!

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“A morte de Ivan Ilitch”

Lev Tolstoi

 

Ivan Ilitch morreu aos 45 anos, como juíz desembargador. Uma carreira de sucesso, uma família, muitos amigos, uma casa de sonho….

Durante o período em que esteve doente, Ivan Ilitch pensou muito sobre a sua vida….. na sua carreira, na família, nos amigos e até na casa que finalmente tinha alcançado. Mas por muito que lhe custasse teve também de responder à pergunta:

“E SE TODA A MINHA VIDA ESTIVESSE ERRADA?”

Os melhores momentos da vida agradável que levara, perto do fim, pareceram-lhe bem diferentes…. tudo aquilo que verdadeiramente importava tinha ficado esquecido.

De nada adianta chegar ao fim da vida e ter este tipo de reflexão. É importante definir, o quanto antes, as prioridades de uma vida.

As prioridades da nossa e única vida!

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“Quem Mexeu No Meu Queijo?”

Dr. Spencer Johnson

 

Passamos a nossa vida à procura do nosso queijo.

Seja lá o que for o “queijo” de cada um de nós: aquilo que mais queremos alcançar na vida pessoal, familiar, profissional.
Mas muitas vezes não nos apercebemos que o nosso queijo vai ficando velho, bolorento, ou simplesmente vai desaparecendo…. É preciso procurar queijo novo…. É preciso ver as coisas que nos estão a acontecer com outros olhos.
Como agirias se o teu queijo tivesse desaparecido?


A mudança não tem de ser necessariamente para pior. A mudança pode e deve ser para melhor mas isso só depende de nós.
Repetir as mesmas atitudes conduz-nos aos mesmos resultados de sempre. É isso que queremos? Certamente não.

Nós queremos o quê? Queijo Novo!

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Rumo ao Norte?

Pego na bússola, o Norte é-me indicado sem demora e com a precisão necessária.

Olho para o céu estrelado e procuro a Ursa Maior, depois a Ursa Menor e, sem esforço, lá está ela, a Estrela Polar, a indicar-me uma direcção: Norte!

É para lá que queremos ir mesmo que não saibamos. É o Norte que procuramos sempre, mesmo quando vamos em direcção a Sul….

E tu, já encontraste o teu Norte?

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O “Norte” é, para mim, aquele estado sublime que atingimos quando sabemos exactamente qual o significado da nossa vida (é o que designamos por felicidade). Mas, apesar de tantas vezes usarmos esta palavra, pouco tempo dedicamos a conhecer o seu significado.

A felicidade não é um momento, não é um objecto, não é uma situação. A felicidade é muito mais!

A procura da felicidade ou do “norte” pode não ser uma tarefa fácil, mas a recompensa vale bem o sacrifício. O importante nesta viagem de descoberta (que é a vida) em busca de algo que nos fará mais felizes, é aproveitar o caminho, aprender a olhar para dentro de nós e ouvir o coração.

 

Segue o teu Coração. Rumo ao Norte!