FELIZ NATAL!

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Falta pouco… não tarda nada e já é Natal outra vez!

Vamos celebrar novamente o nascimento mas, e em nós, nasceu alguma coisa nova desde o último Natal? Somos melhores pessoas, melhores profissionais, melhores amigos, mais responsáveis pelo ambiente e pelos animais? Ou será que se mantém tudo igual,Natal após Natal?

Faz sentido celebrar o Natal quando somos generosos, quando somos verdadeiros (connosco e com os outros), quando somos afáveis e simpáticos (mesmo com aqueles que não conhecemos), quando ajudamos alguém sem esperar recompensa, quando vemos nos outros alguém igual a nós, cheio de defeitos mas igualmente cheio de virtudes.

Desafio-te a deixares nascer alguém completamente novo neste Natal. És TU quem decide como será esse alguém novo: quais os defeitos, quais as qualidades.

FELIZ NATAL!

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Cérebro feliz, vida perfeita!

Derrubas um copo enquanto preparas o pequeno almoço; ficas preso no transito a caminho do trabalho; o teu chefe grita contigo por chegares atrasado. Parabéns! Estás a ter uma manhã péssima. Acontece a todos, uma vez ou outra!
A forma como reagimos a acontecimentos menos bons na nossa vida diz mais sobre o nosso cérebro do que aquilo que podemos pensar…
Pessoas alegres têm maior capacidade de controlar as emoções do que pessoas com uma personalidade mais sombria que se deixam abater demasiado com acontecimentos desagradáveis.
Mas por que é que isto acontece?
Poderá haver várias explicações. Por exemplo, pessoas felizes fazem uso de “lentes cor-de-rosa” que permitem que se foquem apenas em situações agradáveis descartando as outras.
Outra possibilidade é que as pessoas mais felizes são apenas melhores a “saborear” as coisas boas beneficiando o seu humor, embora os aspectos menos bons continuem presentes.
Por que é importante abordar esta questão? Pelo efeito que pode ter na forma como vês a tua vida.
É isto que os psicólogos William Cunningham, da Universidade de Toronto e Alexander Todorov, da Universidade de Princeton estão a investigar com os seus pares.
Em vários desses estudos concluíram que as pessoas mais felizes não ignoram as ameaças e os problemas, simplesmente são melhores a ver o lado bom das situações, das pessoas, da vida.
Os humanos têm tendência para o negativismo, para se focarem apenas nos problemas e nas dificuldades. Estes estudos sugerem que podemos compensar esta tendência se, conscientemente, tentarmos prestar mais atenção aos aspectos positivos.
De acordo com a investigação, “as pessoas mais felizes não são necessariamente ingénuas ou tolinhas (a viver num conto de fadas) mas adaptam-se ao mundo que as rodeia, reconhecendo tanto as coisas boas como as menos boas da vida.” A diferença está na importância que atribuem a cada uma delas. Quando nos concentramos no melhor que temos parece que tudo o resto flui.
Esta é uma descoberta particularmente interessante porque sugere que ser-se capaz de perceber e reagir à informação negativa pode realmente ser um componente importante da felicidade.
Fonte: How Happy Brains Respond to Negative Things, By Summer Allen, Jeremy Adam Smith, March, 2016

 

Onde está a felicidade?

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Provavelmente está onde menos esperamos: numa vida simples, mas realizada!

A felicidade pode significar coisas diferentes para pessoas diferentes, faz todo o sentido. Mas quantas vezes paramos para pensar no que realmente nos faz felizes? E quantas vezes pensamos no que podemos fazer para ser mais felizes?

Frequentemente temos a ilusão de que a felicidade será a recompensa vitalícia por atingir determinado objectivo, seja a nível pessoal ou profissional. Mas o que acontece quando finalmente atingimos o objectivo que estabelecemos é bem diferente: percebemos que afinal ainda nos falta mais um objectivo para chegarmos à meta. Podemos passar uma vida a estabelecer objectivos, lutar e esperar até os atingir e depois perceber que ainda não conseguimos a nossa recompensa…. muitas vezes ficamos cansados deste jogo e desistimos de tudo…

A verdadeira felicidade, aquela que dura para sempre, não resulta de um acontecimento e não é uma recompensa. A verdadeira felicidade é a experiência diária de procurarmos e fazermos aquilo que é importante para nós e, ao mesmo tempo, sermos felizes.

Acontece sempre que, ao longo do caminho, acumulamos experiências positivas que têm verdadeiro significado para nós.

A felicidade não é um momento único mas deve tornar “únicos” todos os momentos de uma vida!

“Fernão Capelo Gaivota”

Richard Bach

 

E se pudesses voar?

Se te dissessem que tens essa capacidade, esse conhecimento, terias a audácia de experimentar voar e cair?

Quando amamos aquilo que fazemos, quando acreditamos que podemos voar, (sim, podemos voar!) à velocidade que quisermos, para qualquer destino, tudo se torna possível nas nossas vidas.

Fernão é uma gaivota, mas não é uma gaivota como tantas outras. Fernão tem um sonho: voar. Nasceu para voar, cada vez mais rápido, cada vez mais perfeito nas acrobacias, cada dia mais empenhado em se superar a si próprio. Jamais poderá abdicar da sua paixão, mesmo que por isso seja obrigado a afastar-se de tudo e todos.

Richard Bach é um autor incomparável.

Não voltaremos a ver as gaivotas da mesmo forma. Mas mais importante que isso: agora sabemos que é possível voar!

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“A morte de Ivan Ilitch”

Lev Tolstoi

 

Ivan Ilitch morreu aos 45 anos, como juíz desembargador. Uma carreira de sucesso, uma família, muitos amigos, uma casa de sonho….

Durante o período em que esteve doente, Ivan Ilitch pensou muito sobre a sua vida….. na sua carreira, na família, nos amigos e até na casa que finalmente tinha alcançado. Mas por muito que lhe custasse teve também de responder à pergunta:

“E SE TODA A MINHA VIDA ESTIVESSE ERRADA?”

Os melhores momentos da vida agradável que levara, perto do fim, pareceram-lhe bem diferentes…. tudo aquilo que verdadeiramente importava tinha ficado esquecido.

De nada adianta chegar ao fim da vida e ter este tipo de reflexão. É importante definir, o quanto antes, as prioridades de uma vida.

As prioridades da nossa e única vida!

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“Quem Mexeu No Meu Queijo?”

Dr. Spencer Johnson

 

Passamos a nossa vida à procura do nosso queijo.

Seja lá o que for o “queijo” de cada um de nós: aquilo que mais queremos alcançar na vida pessoal, familiar, profissional.
Mas muitas vezes não nos apercebemos que o nosso queijo vai ficando velho, bolorento, ou simplesmente vai desaparecendo…. É preciso procurar queijo novo…. É preciso ver as coisas que nos estão a acontecer com outros olhos.
Como agirias se o teu queijo tivesse desaparecido?


A mudança não tem de ser necessariamente para pior. A mudança pode e deve ser para melhor mas isso só depende de nós.
Repetir as mesmas atitudes conduz-nos aos mesmos resultados de sempre. É isso que queremos? Certamente não.

Nós queremos o quê? Queijo Novo!

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